RELACIONAMENTOS
Se relacionar pode implicar em uma série de conflitos e repetições de padrões inconscientes. Quem faz análise desenvolve uma compreensão mais profunda das dinâmicas inerentes às relações entre dois ou mais sujeitos.

Se você chegou até aqui é provável que não esteja muito bem, mas você já deu o primeiro passo.
Ao entrar em contato comigo, encontraremos um horário em comum para agendar a sua primeira sessão on-line.
Esse momento será importante para que eu possa ouvir sobre a sua demanda e para que você tire suas dúvidas.
Vamos conversar?Você já deve ter ouvido a famosa afirmação “Freud explica”, que remete ao fato de que a Psicanálise foi revolucionária na proposta do Inconsciente .
Podemos dizer que o inconsciente é como um desconhecido que nos habita e de quem pouco sabemos, mas que repercute em nossa vida, nos fazendo sentir, dizer e decidir determinadas coisas sem que possamos entender o porquê.
A análise do inconsciente nas sessões se dá através da “associação livre”, ou seja, falar livremente sobre o que lhe vier à cabeça. Assim, os questionamentos poderão surgir e você estará mais próximo de descobrir algo que ainda não sabe sobre o seu sofrimento.

Esses atendimentos são reconhecidos pelo CFP (Conselho Federal de Psicologia) e seguem os
mesmos preceitos éticos.
As sessões são realizadas em plataformas criptografadas, preservando o sigilo e a sua privacidade.
O atendimento on-line rompe fronteiras geográficas e não exige deslocamento. Faça as sessões de qualquer localização.
A facilidade para realização do atendimento remoto ajuda na adesão ao tratamento. Seu comprometimento é essencial.
Sou psicóloga e psicanalista, graduada pela Universidade Estadual Paulista. Atuei em instituições hospitalares e em serviços de Saúde Mental (CAPS), por meio de uma Residência Multiprofissional. Atualmente, trabalho como psicóloga clínica.
Ao longo dos anos, escutei muitas histórias e diferentes formas de sofrimento — experiências que frequentemente "transtornam" o sujeito, que pouco sabe dizer sobre o que sente. O espaço que busco construir na análise vai além de um diagnóstico: trata-se de um convite para que você encontre, pouco a pouco, suas próprias palavras para dizer de si.
Aprendi, a partir do meu próprio processo analítico, que são as interrogações que nos movimentam — e que é na tentativa de respondê-las que algo novo se constrói e se transforma.

“Nenhum mortal pode guardar um segredo. Se os lábios permanecem em silêncio, falam as pontas dos dedos.”